-Zé Espero que o dia acaba hoje para começa o amanha !

-Tião Espero principalmente que o amanha acabe para começa o futuro !

- Pensando bem Zé, Espero que o futuro comece para poder começar a fazer o que eu não fiz no hoje porque estava esperando o amanha do futuro.

 Mas Tião e se o futuro não chegar, vamos perde o hoje porque esperávamos o amanha !

Não ZÉ  se o futuro não chegar vamos perde o amanha porque não fizemos nada hoje

Tião o amanha já não é o futuro

Sim !!!

O amanha é o futuro e o hoje é o passado do amanha

 

Autor Luiz augusto  “Nas noites frias com a ganja na cabeça eu apenas escrevo o que você faz”



Escrito por Luiz Augusto às 00h34
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parte da peça de teatro "o solitário"

“No total, o planeta Terra tem 6,477 bilhões de habitantes, segundo o Instituto Nacional de Estudos Demográficos (Ined)e eu não tenho ninguém para chorar quando ouvir uma musica romântica quando estiver lendo uma poesia não tenho ninguém  desta pesquisa junto a mim, Eu acredito que o mais triste é você ouvir uma musica romântica falar uma poesia, é não ter ninguém para pensar neste exato momento que você esta ouvindo a musica romântica quando você esta falando uma poesias ainda mas se  a poesia for  do Vinicius de Moraes é como se todas as pessoas do mundo se escondesse de você Espera-se que o  ser humano de número 6,5 bilhões nasça em dezembro na Ásia será que o habitante numero 6,5 bilhões é a minha outra metade .pensando bem não é, porque este novo habitante é asiático ou será que é !

Quem estiver lendo isso deve estar estupefato este texto é uma das fala da peça de teatro que estou lendo, serio aqui em campo grande teatro esta em extinção então o jeito é entrar em site de teatro e começa a ler estas peças de teatro, bom esta peça que estou lendo se chama  “o solitário” engana-se quem pensa que a peça é romântica  ela é uma peça cômica mas ainda não vejo graça em nada cada vez mas o protagonista esta se ferrando,será que a graça esta ai ? não com certeza não mas tudo bem. Estou pensando em publicar estas peças de teatro que leio aqui estou pensando em publicar por parte vamos ver o que faço  mas até lá vou lendo aqui em casa.

 

 



Escrito por Luiz Augusto às 14h50
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Monólogo de um defunto

 Toda a dor poderia ser física.

Todo os dias morro um pouco mais, claro, a própria ciência já diz isto, começamos a morrer no dia em que nascemos. Mas a morte biológica é natural, é saudável, como disse Raul: “O caminho da vida é a morte”.

Todo medo deve ser enfrentado.

A última vez em que morri, foi no Lar das Maravilhas, muitos me invejariam porque não deve haver lugar melhor para morrer. Quem conhece o lugar sabe como as coisas acontecem. Eu sabia como as coisas aconteceriam, e sabia que eu poderia morrer lá. Mas então que ímpeto suicida me leva a própria destruição? Eu queria enfrentar a morte, queria dançar com ela e no outro dia acordar limpo. Eu dancei com ela, a noite quase toda, e dentro de mim havia uma mistura embriagante de medo e desejo, mas não o desejo no sentido nu e cru da palavra, mas o desejo de enfrentá-la. O Lar das Maravilhas era só um pano de fundo para minha Odisséia, onde eu sairia do tenro e doce conforto da minha terra e enfrentaria mares, deuses, demônios para depois retornar como um vencedor, dizendo para meus botões: “...viu? Você conseguiu. Você continua limpo!!”.

Toda vergonha deve ser escancarada...

Os gestos mais inocentes, que demonstram o companheirismo, a cumplicidade, o respeito e a intimidade, podem se tornar na antítese de todos esses substantivos como que por pura mágica, entrando em um ciclo maldito em que a mão que afaga é a mesma que apedreja. Estes gestos foram as armadilhas que a morte me preparou enquanto eu dançava com ela, quando eu achava que eu ia finalmente aprender a lidar com ela, pronto ela me derrubou.

Toda morte deveria ser única...

Eu morri. Quem já morreu sabe qual é a sensação. O estar morrendo é mais confortável que a morte propriamente dita. Enquanto estamos morrendo, parte de nós ainda está apegada a vida, normalmente a parte racional faz isto, tentando convencer o todo de que nada aconteceu, e que os delírios não têm fundamento. Mas a parte que já está morrendo não está nem aí, os apelos do lado racional tornam-se ecos distantes enquanto que o calor da consciência vai sumindo e vamos ficando pequenos, pelados, sozinhos... A dimensão dos mortos é úmida o chão está sempre molhado, é sempre escuro e frio. O mundo real passa a ser visto através de uma janela que liga as duas dimensões, as pessoas que continuam vivas, conseguem me ver, tentam falar comigo, eu consigo ouvi-las, mas a comunicação é difícil. Além da janela para o mundo real existe a porta do inferno, mas ela não é como todo mundo pensa, ela não tem adornos demoníacos, nem está ardendo em chamas. Ela simplesmente bloqueia a janela do mundo real. E quanto mais eu morro, mais próximo dela eu fico.

Toda angústia é humana...

Acordei.
Ainda estou morto?

Ainda.
Mas a porta do inferno está um pouco mais longe.
O que pode ser um bom sinal.
Até me deu vontade de fazer alguma coisa.

Beleza.
Estou quase vivo.

Mas sei que ainda estou na dimensão da morte, porque ainda sinto o chão molhado e ainda estou nu.

Preciso ter muito cuidado, não posso deixar que os outros percebam que estou morto.
Isto definitivamente não é bom.

Vou fazer como eu sempre faço.
Esperar.
Uma hora passa.

E se não passar?

Sempre passa.
Lembra?

Sempre passa e sempre volta.

E vai ser sempre assim?

Gostaria que não.

Tente se manter longe da porta do inferno.


Wagner Alves


Escrito por luiz augusto às 21h28
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claro racista

 

isso foi a pior coisa que a claro fez !!



Escrito por luiz augusto às 14h25
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APLAUSOS!!!!!!!!!!

Aplausos para todos os dramaturgos do teatro que ainda consegue sobreviver no país onde, 78% da população nunca chegou na porta de um teatro ,

Aplausos para todos artistas que sobrevive ainda neste mundo hipocrita

Aplausos para todos que vive no mundo cenico, no mundo artistico ou apenas neste mundo,  porque para sobreviver neste mundo temos de ser artistas .

 

 



Escrito por luiz augusto às 14h08
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Esta é uma verdade irredutível que nenhuma oratória iria mudar

Verdade para o Aurélio é conformidade com o real ,coisa verdadeira ,principio certo

Mas o meu Eurico diz que esta verdade não é conforme

Mas para o Aurélio quem diz que a verdade não é conforme faz verbalismo

Bom Manoel de barros faz neologismos (invenção das palavras ou linguagem)

E meu Eurico esta apenas dizendo que a verdade não é conforme

Porque o Aurélio não fala para o grande Manoel de barros que ele faz verbalismo ou melhor que ele é um nesfelibato ,bom o Aurélio não chama o Manoel de barros de nesfelibato porque esta palavra ele não conhece mas ele fala pra mim que eu faço uso de um português arcaico ,é muita hipocrisia do Aurélio falar em português arcaico

Ele nem sabe o que é o português arcaico a única coisa que ele sabe é que

Português é habitante de Portugal e arcaico é antiquado ,absoleto e até a onde eu sei hipocrisia é a afetação de virtude ou sentimento que não se tem ,fingimento ou falsidade

Bom agora vocês estão me chamando de pseudo intelectual e petulante só porque estou falando sobre o cabedal do Aurélio ,para quem não sabe cabedal é o conjunto dos conhecimentos ou bens intelectuais e morais de alguém .continua....

Bom para quem não entendeu nada vou explicar, acabei de fazer ou tentar fazer um monólogo para quem não sabe o que é um monólogo definir .Monólogo é a forma do discurso em que o personagem extravasa de maneira razoavelmente ordenada seus pensamentos e emoções, sem dirigir-se a um ouvinte específico.

No Monólogo é comum que os atores rebusquem pensamentos profundos psicologicamente, expondo idéias que podem até transparecer que há mais de um ator em cena, mas que no real exija somente uma pessoa durante a cena, enfim monólogo está associado a um conflito psicológico que não necessariamente seja individual. 



Escrito por luiz augusto às 12h47
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Andre Rieu - Il Silenzio

http://www.youtube.com/watch?v=H4l3Rgq-L1M

Adoro este video a menina toca com emoção ;acredito que, não precisa ser um aficionado por musica classica para poder se emocionar, com esta linda canção do grande maestro andre rieu!!



Escrito por luizalgustorx às 17h33
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A FELICIDADE É DESUMANA?

 

PORQUE ,PARA ALGUEM ESTAR FELIZ
OUTROS TEM QUE FICAR TRISTE.
PORQUE HOJE EU TENHO O QUE EU QUERO ,
E ONTEM ALGUEM PERDEU O QUE TINHA
TANTA IDEOLOGIA PARA NADA.
ALGUEM TEM QUE FAZER A PARTE
RUIM DA HISTORIA,
E O PIOR TODOS FAZEM A PARTE
RUIM DA HISTORIA ;
JA É A ENCUBENCIA HUMANA!!!!
SIM. HOJE VOCÊ É O QUE É PORQUE,
ONTEM ALGUEM FOI O QUE VOCÊ É
HOJE
VOCÊ FEZ A PARTE RUIM DA HISTORIA?


Escrito por luizalgustorx às 21h02
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Vinícius de Moraes

Próximo

Para viver um grande amor

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso - para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... - não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro - seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada - para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um grande amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fieldade - para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô - para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito - peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista - muito mais, muito mais que na modista! - para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs - comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica, e gostosa, farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto - pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente - e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia - para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que - que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva escura e desvairada não se souber achar a bem-amada - para viver um grande amor.



 



Escrito por luizalgustorx às 16h07
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luiz augusto autor do blog.

Prazer ! sou o seu blogueiro



Escrito por luizalgustorx às 13h21
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E agora, José?


JOSÉ
Carlos Drummond de Andrade

 E agora, José?

A festa acabou,

a luz apagou,

o povo sumiu,

a noite esfriou,

e agora, José ?

e agora, você ?

você que é sem nome,

que zomba dos outros,

você que faz versos,

que ama protesta,

e agora, José ?

 

Está sem mulher,

está sem discurso,

está sem carinho,

já não pode beber,

já não pode fumar,

cuspir já não pode,

a noite esfriou,

o dia não veio,

o bonde não veio,

o riso não veio,

não veio a utopia

e tudo acabou

e tudo fugiu

e tudo mofou,

e agora, José ?

 

E agora, José ?

Sua doce palavra,

seu instante de febre,

sua gula e jejum,

sua biblioteca,

sua lavra de ouro,

seu terno de vidro,

sua incoerência,

seu ódio - e agora ?

 

Com a chave na mão

quer abrir a porta,

não existe porta;

quer morrer no mar,

mas o mar secou;

quer ir para Minas,

Minas não há mais.

José, e agora ?

 

Se você gritasse,

se você gemesse,

se você tocasse

a valsa vienense,

se você dormisse,

se você cansasse,

se você morresse…

Mas você não morre,

você é duro, José !

 

Sozinho no escuro

qual bicho-do-mato,

sem teogonia,

sem parede nua

para se encostar,

sem cavalo preto

que fuja a galope,

você marcha, José !

José, pra onde ?



Escrito por luizalgustorx às 23h59
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Manifesto ao Conformismo

Lucas G. Mochi  lmochiii@hotmail.com
Luis Eduardo B.K Al-Contar lecontar_99@hotmail.com

 

 

Estudantes do ensino médio regular da instituição de ensino Nova Escola.
Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
 
Ao longo da historia republicana, a bandeira auriverde foi célebre testemunha da preocupação e responsabilidade social estudantil de que hoje tanto se escuta, mas que tão pouco se vê. Depois de anos a frente de revoluções, os jovens passaram a se esgueirar e se esconder das responsabilidades e desafios, adotaram o claustro da internet e o ócio da “vida moderna”.
 
Líderes surgiram nas lutas travadas no passado recente, homens e mulheres de caráter, ética e moral ilibados, verdadeiramente íntegros, compromissados com o futuro da nação. O mal do conformismo, todavia, instalou-se nos jovens corações brasileiros, e a independência conquistada com batalhas e dedicação de uma geração de heróis é erroneamente tida como inata. Vêem-na como um bem natural, como se fossemos por ela acompanhados desde sempre, esquecem-se da necessária luta travada em busca desta conquista.
 
A normalização democrática da vida pública em nosso país foi restaurada, graças à dedicação de homens como: Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Mário Covas, entre outros; e a forte participação da juventude, sedenta por justiça e liberdade, também fora vital para os louros colhidos.
A ditadura militar foi vencida e ainda assim pouco parece ter-se aprendido. Vivemos agora a ditadura da impunidade, uma ditadura velada e marcada pela corrupção, pelo descaso com o país. Perguntamo-nos pois: onde estão a juventude e seus líderes? Para onde foram nossos heróis?
Acabaram-se os dias em que estudantes liam jornais, assistiam a discursos políticos ou ao menos se preocupavam com o rumo do país; nem se quer sobre os absurdos sofridos, e sobre as conquistas obtidas heroicamente, há pouco mais de vinte anos, por seus pais e avós os estudantes se interessam.

 

Chico Buarque de Holanda, Geraldo Vandré, e Caetano Veloso foram esquecidos e trocados pelas convulsões de Mc – Creu, Tati Quebra Barraco, e Latino. Infelizmente, há de se convir que a velha frase “o brasileiro tem memória curta”, condiz com a realidade. Uma observação cuidadosa do congresso nacional nos revela mais do que a veracidade da afirmação, como também o descaso com o país e seu futuro.

 

É vergonhoso ver protagonistas de peripécias políticas, retornarem ao senado, e à câmara dos deputados através do voto da população. Depois de plantada a semente da indiferença, o que mais seria possível, senão a germinação do conformismo, da alienação?

 

É necessário que os jovens passem de meros contempladores dos fatos, a verdadeiros construtores da história de nossa nação, pois “o conformismo é carcereiro da liberdade e inimigo do progresso”. Cedo ou tarde, o país estará em nossas mãos é melhor, portanto que estejamos preparados para dirigi-lo.

 

 

Sepultamos a ditadura militar e a tão sonhada democracia foi alcançada. Encontramo-nos hoje, entretanto, em meio a uma elite sem compromisso com a nação a qual se vale, em geral, de meios corruptos, criminosos, para chegar ao poder e, uma vez lá, abusar dele. É triste constatar que nem mesmo tais fatos parecem suficientes para merecer a atenção do povo. Vivemos cegos, margeando a historia, alheios a tudo sob a suposta alegação de que não nos dizem respeito as ações de nossos representantes e que nada podemos fazer. Indagar é mais uma vez essencial. Questionemos, por exemplo, qual o conceito de moral utilizado para aprovar atitudes como a compra de passagens aéreas para toda a família com dinheiro público, ou o que há de ético no troca-troca partidário.
 
A cada dia nossas preocupações crescem vertiginosamente, sem saírem nunca da esfera individual. Egoisticamente tratamos apenas de assuntos particulares. Desavisados poucos percebem que o todo prevalece sobre o uno, que de nada serve esforçar-se para si e entregar a pátria à própria sorte.
 
O povo tem armas e necessita valer-se das mesmas. Além da liberdade de expressão que nos foi concedida – um grito onipresente de justiça – o voto consciente é a forma mais eficaz de traçar caminhos dignos para nossa pátria amada e idolatrada. O jovem precisa ser a voz desta nação muda, o calor deste solo fértil, o coração deste povo adormecido.
 
Façamos deste sonho a nossa bandeira, do nosso brado o grito de uma juventude que novamente floresce indignada com caminhos traçados e com os erros cometidos. A cada vez que formos derrubados lembraremo-nos do sofrimento dos que vieram antes de nós; a cada golpe que recebermos, viveremos a angustia do fracasso e a cada êxito conquistado reacenderemos a chama da esperança nos corações de todos os jovens, como nós, inconformados. Temos mais uma vez a chance de mostrar que este é sim um país de gente honesta, basta querê-lo.
 
Jaz aqui a desconcertada tentativa de jovens cidadãos mostrarem-se indignados com os rumos desta nação. Se desta forma conseguirmos inspirar ao menos um jovem e reacender sua esperança todos os esforços terão valido a pena e nossos corações continuarão pujantes.
site juventude pmdb ms
adorei o texto achei de mui inportancia publicar ele mostra como é ser um estudante idealista  na sociedade alienada de hoje



Escrito por luizalgustorx às 23h42
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